Força empreendedora



No tocante desse ritmo constante
Procurei a mim, alma flamejante
Que de torto e direito,
Cavalgava por aí em desrespeito.

Força, destreza e diplomacia
Elementos fugazes de uma combinada melancolia,
Onde choros, berros e lamentos internos,
Depois de despertos me levaram a ver nos meus infernos
A vida que há tempos me corroía.



Um passo, um lamento.
Uma mão, mais um tormento.
Um sorriso, um fruto.
Mais um passo, outro surto.

Da crise renasci,
Como acredito terem renascido outros,
E poderem renascer outros mais.

Porque enquanto um chora, outro dá a mão.
E enquanto um dá a mão, o outro sobe.
E se ele sobe, só há uma razão:
Fazer de tudo, tudo mesmo, para trazer outros com ele.

Força empreendedora!